Osteopenia e osteoporose: conheça os problemas e tenha cuidado com seus ossos!

Os ossos são parte fundamental na composição do organismo humano. São eles que dão a sustentação a cada músculo, cada tecido, e assim permitem a rigidez de membros e mobilidade do corpo. Tão importantes assim, os ossos passam, apesar de parecerem tão sólidos e imutáveis, por um processo contínuo de renovação. Quando este processo não acontece como deveria, surge a osteopenia, que se não tratada pode evoluir para a osteoporose.

Osteopenia: o que é?

osteopeniaA decomposição e reconstrução dos ossos do corpo acontecem ao longo de toda a vida. Esta sucessão ocorre graças a três tipos de células presentes na estrutura óssea do corpo: os osteoblastos, os osteócitos e os osteoclastos. Juntas, estas três unidades “destroem” e constroem cada osso.

Funciona assim: os osteoblastos reproduzem a matriz óssea, base para a construção de todo o esqueleto. Em seguida, os osteócitos regulam no tecido ósseo a quantidade presente de minerais, incluindo o cálcio. Por último, os osteoclastos reabsorvem  a massa do osso envelhecida. Estas últimas células são gigantes, e com sua função dão espaço à instalação das matrizes produzidas pelos osteoblastos.

Todo este processo é contínuo e a ação de cada uma das células acontece simultaneamente. Desta forma, enquanto os osteoclastos criam espaços, os osteoblastos preenchem as lacunas e os osteócitos garantem a manutenção da estrutura. Tudo isso mantém os ossos firmes e saudáveis, garantindo a mobilidade do corpo e a prevenção de fraturas.

Há situações, entretanto, em que os osteócitos falham em sua função. Logo, quando isso ocorre, a quantidade de minerais no tecido ósseo fica defasada, resultando no que é chamado de desmineralização dos ossos. A consequência  é a maior porosidade dos ossos, assim como seu enfraquecimento.

Esta deficiência de minerais é comum principalmente em idosos, pois com o passar dos anos o processo e renovação do esqueleto é comprometido. Afinal, os “construtores” da estrutura óssea, as células, vão perdendo a rapidez de renovação. Por isso, as fraturas e trincamento dos ossos também são mais comuns nesta população.

A osteopenia, entretanto, não é considerada uma doença. A condição é uma situação pré-clínica da osteoporose. Isso significa que, se não tratado, o quadro pode evoluir e levar à doença que causa enfraquecimento ainda maior dos ossos.

Causas da osteopenia

As causas da osteopenia são diversas, e vão desde aos maus hábitos diários, a doenças específicas, que dificultam a absorção do cálcio e outros minerais. O primeiro fator causal da condição, entretanto, é natural: o envelhecimento.

Com o passar dos anos, o corpo vai perdendo a capacidade de renovação de suas células, quaisquer que sejam elas. É por isso, por exemplo, que a pele de uma pessoa idosa é mais “enrugada”, pois o corpo não pode mais produzir tantas células de colágeno. É por isso também que estes indivíduos estão mais sujeitos a distensões musculares ou fraturas dos ossos, pois as estruturas tornam-se mais fracas.

Assim, a idade acaba dificultando a absorção de minerais. Isso torna o esqueleto fraco, devido ao desenvolvimento da osteopenia.

A baixa ingestão de minerais é também uma causa do problema. Entre estes minerais, o mais importante para o osso é o cálcio, mas o esqueleto também precisa de outros como o magnésio, flúor e zinco. Estes nutrientes são encontrados em alimentos como o leite, sardinha, granola e verduras.

A osteopenia pode também ser um reflexo de doença em outras regiões do corpo. Neste caso, inflamações no fígado, rins e tireóide podem provocar a condição de desmineralização  dos ossos.

Outras causas

Doenças que provocam dificuldade na absorção de nutrientes são igualmente culpadas. Por isso, é preciso cuidado com situações como de diarréia crônica. Transtornos alimentares como a bulimia e a anorexia também entram nesta categoria de causas, pois os nutrientes que seriam absorvidos ou não são consumidos , ou são expelidos por meio do vômito.

Condições pouco mais graves ainda podem ter como reflexo a osteopenia. A doença celíaca é uma delas, pois o consumo de glúten danifica o intestino e prejudica a absorção dos minerais. A quimioterapia, com exposição à radiação, pode provocar o mesmo efeito.

Também entra na lista de fatores causais da osteopenia a questão genética. Ou seja, caso haja ocorrência na família, o indivíduo está mais suscetível ao aparecimento do problema. O uso prolongado e indiscriminado de alguns medicamentos, como corticóides e hormônios para a tireóide, consumo excessivo de álcool e cafeína são outras motivações conhecidas.

Fatores de risco

osteopeniaA massa dos ossos começa a diminuir a partir dos 30 anos. Nesta época, o corpo passa a reabsorver as células do osso de forma mais rápida  do que consegue recompô-las e minerizá-las. Esta condição ocorre principalmente devido à queda na produção da testosterona, nos homens, e do estrógeno, nas mulheres.

É por esta razão que a população feminina está mais vulnerável à desmineralização óssea. Com a menopausa precoce e a pós-menopausa, a queda na produção dos hormônios é brusca. Como o estrógeno é fundamental para absorção de cálcio no corpo feminino, a falta do componente diminui a densidade óssea do esqueleto.

O sedentarismo é também um fator de risco para a condição aqui abordada. Afinal, a prática de exercícios físicos é fundamental para a manutenção do bom funcionamento do corpo humano.

Ter uma dieta pobre em alimentos com magnésio, flúor, fósforo, zinco e, principalmente cálcio, é também bastante prejudicial, assim como a baixa exposição ao sol. Isso porque, para absorção de alguns componentes, o organismo precisa da luz solar.

Outros agentes de risco da osteopenia são fratura óssea prévia anterior, presença da artrite reumatóide – uma doença inflamatória das articulações –, e o tabagismo.

Sintomas da osteopenia

Um dos  grandes problemas em se desenvolver a osteopenia é que a condição não apresenta sintomas. Não há dor, não há incômodo ou mesmo uma febre, sinal comum de uma inflamação, por exemplo. De forma geral, o paciente só percebe o problema quando procura por ele, ou então quando ele já evoluiu para uma osteoporose.

Na osteoporose, o comprometimento dos ossos provoca dor e sensibilidade óssea, além de facilitar a ocorrência de trincas e fraturas no esqueleto.

Diagnóstico do problema

Um indivíduo possui osteopenia quando a densidade mineral de seu osso está entre menos 1% e menos 2,4%, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Esta medição indica perda mineral maior do que a esperada para um paciente.

Para a descoberta destes índices, é realizado um exame de densidade óssea. O teste permite que a quantidade de cálcio por centímetro quadrado do osso seja medida. Normalmente, o teste é realizado no fêmur ou coluna vertebral.

Este exame pode ocorrer de duas formas: por tomografia computadorizada, ou pelo chamado teste de densidade óssea DEXA. Este segundo, mais comum, insere o indivíduo em uma aparelho de raio X em que, a medida que o laser passa pela área a ser analisada, digitaliza os ossos e mede a quantidade de radiação que eles absorvem. A percepção desta absorção de radiação indica a densidade óssea do esqueleto.

Associado a este teste, o médico habitualmente solicita ainda exames laboratoriais, como de sangue e urina. Por meio destas alternativas, ele pode verificar, então, causas secundárias da degeneração óssea. Caso existam, o indivíduo terá tratamento diferente do que apenas para a osteopenia.

Faça um exame de densidade óssea!

Como a osteopenia não apresenta sintomas, ela dificilmente é detectada antes de  se tornar uma osteoporose. A descoberta do problema, entretanto, pode evitar evolução para a doença e diversos outros problemas e faltas que o corpo sofre com a condição. Por isso, é indicado que uma parcela da população realize exame de densidade óssea periodicamente.

Mulheres a partir dos 65 anos, e homens com pelo menos 70 anos, por exemplo, devem realizar o teste ao menos uma vez por ano. Adultos que estejam passando ou tenham histórico de doenças como a artrite reumatoide, associada à perda óssea, também precisa ter atenção a este quesito de  saúde.

Mulheres pós-menopausa, indivíduos que consomem medicamentos como corticóides, e adultos com histórico de fratura do osso são igualmente público do exame de densidade óssea.

Qualquer um que, enfim, faça parte do grupo de risco da doença deve avaliar com seu médico a necessidade de realização periódica do teste.

Tratamento da condição

osteopeniaO tratamento para a osteopenia consiste em medidas que retardam a evolução da degradação dos ossos. Afinal, é a continuidade desta corrosão que pode levar o indivíduo à osteoporose.

Desta forma, os principais passos na terapia do problema consiste  na mudança de hábitos. É necessário que o sujeito afetado exponha a pele ao sol por pelo menos 15 minutos, duas vezes por semana.

Assim, braços e pernas devem “tomar” luz pela manhã ou ao fim da tarde. Esta medida é fundamental, pois apenas com a ajuda dos raios solares o corpo obtém a capacidade de sintetizar a vitamina D e então absorver o cálcio consumido na alimentação.

Igualmente eficaz à terapia é a diminuição no consumo de álcool e cafeína, e do uso do tabaco. Estas medidas são básicas à boa saúde, e têm efeitos bastante benéficos ao tratamento da osteopenia. Já a realização de fisioterapia auxilia no fortalecimento dos músculos, o que aumenta a “proteção” do esqueleto e diminui o risco de fraturas.

Exercícios e medicamentos

Praticar atividades físicas regularmente é outra etapa importante do tratamento. O exercício físico auxilia, primeiro, no fortalecimento dos ossos, ao mesmo tempo em que garante a prevenção de quedas e fraturas.

O esporte praticado irrelevante. Você pode correr, dançar, fazer natação, levantamento de peso ou mesmo boxe. No entanto, as práticas mais eficazes ao auxílio na produção contínua de massa do osso são aquelas que provocam grande tensão muscular.

De qualquer forma, entretanto, é indispensável o acompanhamento de um profissional de Educação Física e do médico, que poderão avaliar o esporte mais indicado ao indivíduo  e seu objetivo.

Por último, há a possibilidade de terapia por medicamentos. Esta alternativa é normalmente sugerida aos casos mais graves de osteopenia, e busca corrigir a deficiência de minerais e vitamina D no organismo. Além disso, o especialista pode receitar o uso de biofosfanatos, remédio eficaz na preservação da densidade óssea.

Alimentação: uma arma poderosa

Na hora  de  tratar, e também prevenir a osteopenia, uma alimentação balanceada é o meio mais eficaz a se adotar. Afinal, para se renovar e  manter sua força, o esqueleto precisa de nutrientes como o cálcio, zinco, fósforo, magnésio e flúor. Já a vitamina D é importante para absorção destes nutrientes, e assim deve também ser bastante rica na alimentação diária.

Por isso, a alimentação ideal de um indivíduo deve incluir, por exemplo, produtos lácteos como o queijo e o iogurte, feijão, brócolis, espinafre e salmão. Estes pratos são ricos em cálcio, e ajudam a repor os 1000 mg necessários diariamente ao corpo de um  adulto.

Para o consumo do zinco, o ideal é que o indivíduo prefira alimentos como camarão, fígado de boi, cereais e legumes. Buscando o fósforo, é interessante escolher queijos, sardinha e aveia.

Também é interessante incorporar à alimentação frutas como uva, banana e abacate, soja e amendoim, ricos em magnésio, assim como carnes de peixes e vegetais, cheios de flúor.

Na hora de repor a vitamina D no organismo, os pratos mais indicados são ovos, peixes oleosos como a sardinha, e cogumelos.

Prevenindo a condição

A prevenção da osteopenia é uma medida bastante eficaz quando realizada desde a infância. Ela, basicamente, consiste na alimentação rica em nutrientes como o cálcio e a vitamina D, e na prática de hábitos saudáveis de vida.

Uma medida importante neste quesito é a exposição regular aos raios solares. Por isso, quando crianças, é interessante que os indivíduos corram pelo parque, ou apenas se sentem por 15 minutos numa área com sol. O mesmo para os adultos: que tal utilizar um tempo do horário de almoço para dar um passeio e receber um pouco de calor na pele?

A visita periódica ao médico também é importante em qualquer época da vida. Ao menos uma vez ao ano, é indicado que cada pessoa compareça ao consultório do especialista, realize exames laboratoriais comuns como o de sangue, e verifique o nível de nutrientes no organismo. Caso uma deficiência de minerais seja logo percebida, ela pode ser tratada por meio da suplementação com cálcio e vitamina D.

A realização de atividades físicas regulares também pode auxiliar na manutenção da massa muscular, diretamente relacionada à saúde da massa óssea.

Outra tática indispensável é evitar o consumo dos chamados antinutrientes, práticas que dificultam a absorção dos minerais pelo corpo. Nesta categoria, há maus hábitos como o consumo do álcool, tabagismo, alta ingestão de açúcar, uso de drogas, utilização de medicamentos sem prescrição médica ou de esteróides.

Na época da menopausa, pode ser interessante que a mulher discuta com suas médicas alternativas para a reposição hormonal. Isso porque este período é caracterizado exatamente pela baixa dos hormônios femininos, o que inclusive prejudica a renovação dos ossos. Por isso, uma reposição hormonal pode diminuir os efeitos ruins ao corpo. Nesta mesma etapa da vida, é fundamental que a mulher realize exame de densidade óssea de tempo em tempo.

Osteoporose vem logo depois

osteopeniaSe a osteopenia não é tratada ainda em estágio inicial, ela facilmente pode evoluir para a osteoporose. A doença é uma condição metabólica caracterizada pela diminuição da densidade óssea ao longo do tempo, o que diminui a força de movimentos e aumenta o risco de fraturas do esqueleto.

A osteoporose ocorre como uma fase seguinte à osteopenia. Desta forma, a dificuldade do processo de renovação das células  ósseas que ocorria na osteopenia se intensifica na osteoporose. Isso significa que a absorção das células envelhecidas do osso torna-se mais rápida, enquanto a desmineralização do osso e a renovação das estruturas diminui de velocidade. Logo, o esqueleto humano fica semelhante a uma esponja, cheio de poros, o que dá nome à enfermidade.

O grande perigo da osteoporose é a facilidade de fratura dos ossos. Por vezes, estas estruturas se rompem sozinhas, de forma espontânea. Em outras situações, um movimento simples, como um espirro, ou uma pequena batida na mesa pode resultar na quebra do osso.

A condição, então, dificulta bastante o dia a dia do paciente afetado. Afinal, o mínimo poderá causar fraturas, e a dor e imobilidade destas ocorrências tornam-se frequentes.

Pessoas com histórico da osteoporose na família, que possuem deficiência na produção de hormônios e de pele branca, baixas e magras são mais vulneráveis ao desenvolvimento da doença. Assim como aqueles que realizam alimentação deficiente em cálcio e vitamina D, tem baixa exposição do corpo à luz solar e tem mais hábitos como o tabagismo. Os fatores de risco, então são os mesmos da osteopenia, acrescidos apenas pela presença de certos tipos de câncer e pela condição de imobilização e repouso prolongado do corpo.

Osteoporose versus osteopenia

Assim como a osteopenia, a osteoporose é uma doença silenciosa. O problema só costuma ser percebido em exames de rotina, ou pela ocorrência da fratura de um osso.

Curiosamente, nem mesmo a ruptura de uma estrutura óssea pode apresentar sinais: são comuns casos  em que o osso trinca, mas o paciente não percebe nenhuma dor ou alteração no organismo. As lesões mais comuns causadas pela doença são fraturas nas vértebras, fêmur, punho e costelas.

No Brasil, 2 milhões de novos casos de osteoporose são registrados por ano. O diagnóstico é realizado igualmente pelo exame de densitometria óssea. Já o tratamento do problema inclui medidas como a reposição do cálcio, principalmente pela ingestão de medicamentos, e a fisioterapia, que auxilia na prevenção e na cura de fraturas dos ossos.

Cuidado com seus ossos!

As medidas citadas para a prevenção e tratamento da osteoporose e osteopenia são, em sua maioria, eficazes também para cuidado de outras doenças que atingem o ossos.

Há, por exemplo, a doença de Paget. A condição é caracterizada pela disfunção das células chamadas osteoblastos e osteoclastos, responsáveis pela absorção das estruturas antigas e reconstrução do osso, respectivamente. Quando a doença de Paget, o tecido ósseo torna-se mais denso, mais grosso. Ao mesmo tempo, os ossos ficam mais suscetíveis a fraturas, devido à forma anormal desenvolvida.

O raquitismo, por sua vez, torna os ossos  mais porosos, mas não o suficiente para chegar à osteoporose. O problema é mais comum nas crianças, durante o crescimento do corpo, e tem como causa a deficiência de vitamina D no organismo. Nesta condição, os ossos também tendem a apresentar curvatura anormal. Os joelhos de crianças afetadas podem, por exemplo, serem jogados “para fora” ou “para dentro”, causando uma anomalia na formação.

Já a osteogênese imperfeita tem fator genético, que prejudica a produção de uma proteína que torna os ossos sólidos e fortes (o colágeno). A doença é conhecida popularmente como ossos de vidro, e torna os ossos extremamente frágeis, sujeitos a fraturas pelo menor impacto.

Por outro lado, a osteomalacia é semelhante aos quadros de raquitismo, uma vez que ambas são causadas pela falta da vitamina D no organismo. Neste caso , porém, a população mais afetada pela doença é composta por adultos, e os ossos ficam enfraquecidos e com formação anormal.

Outras doenças comuns

Na displasia fibrosa, o indivíduo afetado sofre com o crescimento exagerado do osso. A enfermidade também pode ser caracterizada pelo inchaço ocorrido graças ao desenvolvimento anormal das células do tecido ósseo. O problema pode ocorrer pelo esqueleto de todo o corpo, mas afeta principalmente os ossos da face, dentes, braços, coxas, canelas, costelas e crânio.

Isso torna, citando exemplo, uma perna maior que a outra, um braço mais esticado que o outro, e assim sucessivamente. Em muitos casos, a doença se estabiliza, o que interrompe o crescimento diferente. O tratamento pode ser realizado por medicamentos e fisioterapia. Em outros casos, é necessária a realização de intervenção cirúrgica.

Por último, a osteomielite é uma infecção bacteriana que afeta o tecido ósseo. Seus sintomas vão além do esqueleto, e incluem febre, inchaço ou calor na área da infecção, calafrios, dor, cansaço e irritabilidade. O problema geralmente ocorre nas pernas, no braço ou na coluna.

A contaminação deve-se à chegada da bactéria ao osso por meio da corrente sanguínea e, utilizando-se deste mesmo princípio, o tratamento é realizado por meio da aplicação de antibióticos na veia, ou por via oral.  Por vezes, é necessária a remoção cirúrgica do tecido afetado.

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