Sua dor no pescoço pode ser mais do que um “mau jeito”: descubra tudo sobre cervicalgia

cervicalgia-dor-cervicalA cervical, parte da coluna vertebral que forma o pescoço, é uma área delicada do corpo. É ela quem sustenta o crânio e que permite a ligação do cérebro ao restante da espinha, garantindo que impulsos nervosos cheguem aos membros e tornem-se movimentos físicos. Por esta importância, é comum que quadros de dor na área causem preocupação – entretanto, na maior parte das vezes, a dor na cervical tem motivo simples, que pode ser resolvido pelo próprio indivíduo.

Também chamada cervicalgia, a dor na cervical, por si só, não é um distúrbio, mas o sinal de que há algo errado. Habitualmente, o problema acontece por aspectos motores, que prejudicam o músculo da região.

Isso não quer dizer, porém, que a cervicalgia não merece atenção. Associada a outros sintomas, o incômodo no pescoço pode indicar problemas mais sérios, na coluna ou músculo da área.

O que causa dor na cervical?

A cervical é a porção mais flexível da coluna. Afinal, ela permite os mais variados movimentos, para cima, baixo, lados e até mesmo deslocamentos circulares. Esta capacidade é garantida por sete vértebras, que a formam e absorvem os impactos diários. Também no pescoço, o indivíduo apresenta ligamentos e inúmeras raízes nervosas.

Fortes impactos ou alterações nestas estruturas são os responsáveis pelas dores cervicais. Em geral, os incômodos aparecem de repente, por algum abalo mecânico, ou por infecções ou desgastes.

A motivação mais comum para a cervicalgia é a tensão muscular ou a entorse do tecido. Uma entorse consiste na lesão dos ligamentos devido a uma torção brusca. Assim, ao virar o pescoço de forma muito rápida, o indivíduo fica sujeito a uma apontada de dor, que pode persistir por dias.

A torcicolo, também de início súbito, é outra causa comum do problema. Ela é caracterizada pela rigidez do pescoço, que parece “travar” o pescoço para um lado. Assim, quando tenta movimentar a região para a outra direção, o sujeito sente dor intensa, e por ela é quase impossibilitado de locomover a cabeça. A dor acontece apenas de um lado do pescoço.

Ambas as situações, de impacto ou torcicolo, são habitualmente causadas pela má postura. No dia a dia ou em casa, e principalmente na hora de dormir, é preciso ter atenção à posição da coluna. Outra circunstância comum ao aparecimento da rigidez da cervical é a prolongada exposição ao frio.

A fadiga dos músculos por toda coluna também pode provocar o conhecido “mau jeito” no pescoço. Seja por movimentos repetitivos, ou pelo estresse emocional, ansiedade ou depressão, a dor na cervical é um reflexo da pressão excessiva exercida sobre o ponto.

Assim, atletas são um público altamente vulnerável ao problema, uma vez que seu corpo suporta impactos mais bruscos, e também repetitivos durante a prática. É esta a real importância de sempre realizar exercícios físicos sobre a recomendação de um médico e supervisão de um profissional de Educação Física. Os especialistas conhecem as melhores alternativas para cada composição corporal, e os movimentos adequados para manter a saúde e, ao mesmo tempo, garantir o bem estar da área cervical e todo o restante do tronco.

Há causas mais sérias

A dor no pescoço por efeitos mecânicos, como os citados, é considerada aguda. Ela não dura mais que alguns dias, e em geral melhora pelo uso de analgésicos e retomada controlada do movimento. Quando passa de seis semanas, no entanto, a cervicalgia é considerada crônica, e pode ser sinal de problemas mais sérios na coluna.

O primeiro diagnóstico possível para a dor crônica é a infecção de algum nervo cervical. Normalmente, a condição provoca a compressão das raízes nervosas, e assim leva à dor.

Há também a possibilidade de doença degenerativa de disco cervical. O desgaste da espinha é uma condição comum ao longo do avanço da idade, visto que a utilização constante das estruturas do corpo provoca a deterioração de forma gradual. Em casos específicos e de doenças associadas, porém, esta degeneração pode se tornar mais rápida, e levar a quadros de dor no pescoço.

A hérnia de disco é um destes problemas associados à degeneração. O distúrbio ocorre quando o disco vertebral, localizado entre as vértebras, sofre fissura. Responsável por amortecer os impactos de uma vértebra sobre a outra, este tecido discal, quando rompido, pode sozinho pressionar as raízes nervosas.

Em outros casos, a fissura maior ainda permite o escapamento do chamado núcleo pulposo. O gel interior do disco pode comprimir os nervos e provocar inflamações quando fora da estrutura de que é originada.

Habitualmente, a hérnia de disco acontece na região lombar da coluna, mas é possível em qualquer área da espinha. Independentemente de sua localização, é possível perceber efeitos na cervical.

A osteoartrite cervical é outro porquê recorrente à cervicalgia. O transtorno, também chamado espondilose cervical, acontece quando há o desgaste das articulações da coluna. A situação é resultado da degeneração natural da região, ao longo dos anos, ou pelo uso excessivo da área.

Por sua vez, na espondilose uma vértebra escorrega sobre a outra, causando uma posição anormal da coluna e a compressão desta. Já a dor originada pela estenose da coluna vertebral cervical é o resultado do estreitamento do canal espinhal.

Há causas surpreendentes

cervicalgia-dor-cervicalA dor na cervical pode ter ainda causas pouco consideradas. Há, por exemplo, a possibilidade de dissecção da artéria cervical. Apesar de pouco corriqueira, a patologia aparece quando algum dos importantes vasos sanguíneos do pescoço, as artérias carótidas e vertebrais, sofrem obstrução. Neste caso, há coágulo sanguíneo na área, que pode bloquear o fluxo e levar ao AVC (Acidente Vascular Cerebral). A dor, associada a tonturas, visão dupla e desequilíbrio do corpo, é sinal do problema. Com todos os sintomas, o indivíduo deve procurar imediatamente a emergência hospitalar.

Disfunções da articulação têmporo-mandibular, as DATM, é outra circunstância adicional. Os transtornos consistem em qualquer problema na ATM, articulação que liga a mandíbula ao crânio e funciona quando mastigamos, falamos ou respiramos.

Nos casos de má-mordedura e bruxismo como DATM, o pescoço pode sofrer reflexos doloridos, assim como a dor cervical pode levar às disfunções.

Inflamações na glândula tireoide, como a tireoidite, são outras causas admissíveis à cervicalgia. Nestes casos, a dor costuma ser acompanhada pela sensação de “cabeça distorcida”, depressão e constipação.

Até mesmo a triciníase, doença causada pela ingestão de carne de porco infectada por parasita, pode levar a dores cervicais. Finalmente, há casos em que câncer no pescoço, doenças autoimunes ou problemas estruturais, como a hiperlordose, podem levar a dor na região. Estas situações, todavia, são menos comuns.

Sintomas da cervicalgia

A dor no pescoço tem diferentes intensidades, de acordo com sua causa e com os hábitos do indivíduo. Em alguns casos, é possível ignorá-la facilmente, e permanecer com a realização das atividades habituais. Em outros, porém, o incômodo é forte, e dificulta muito a rotina.

A cervicalgia pode também durar apenas alguns dias, ir e vir, e se tornar constante. Segundo estudos, quase 70% das pessoas no mundo sofre de dor na cervical ao longo da vida.

Os tipos de incômodo variam entre a sensação de agulhadas e a sensação de cansaço intenso, ambas na base do pescoço. Outra possibilidade é a dor irradiada, que se espalha por ombros e braços, causando impressão de queimação.

Dependendo da área da raiz do nervo comprimida, os sinais também variam. Quando a região das primeiras duas vértebras é atingida, a dor no pescoço é associada à dor de cabeça. Atingindo as vértebras C3 e C4, o indivíduo também percebe certa dificuldade na respiração, uma vez que a estrutura tem raízes nervosas que regulam o diafragma. Aqui, a dor se espalha pelos ombros.

Já a partir da quinta vértebra da coluna, os impactos provocam fraqueza. Fraqueza dos ombros, dos braços e punho. Verifica-se ainda sensação de entorpecimento e formigamento destes membros.

Desta forma, o indivíduo com dor na cervical pode sentir também sua coordenação prejudicada e equilíbrio prejudicado.

Quando acontecem episódios como tontura, náusea, vômito, incontinência urinária e do intestino, febre e mesmo calafrios, é preciso ainda maior atenção. Isso porque os sintomas indicam algo mais grave que uma simples torção do pescoço.

A hora ideal para buscar ajuda médica acontece quando estes sintomas mais sérios são verificados. Também é importante procurar o diagnóstico quando o indivíduo também sentir que o toque em outras partes da coluna é doloroso, que a dor de cabeça associada é intensa e torna quase impossível a movimentação do crânio, ou ainda perceber a perda de peso repentina e involuntária do corpo.

Caso a dor no pescoço apareça ainda alguns dias após um acidente com grande impacto, como uma batida de carro ou a queda de uma altura elevada, é fundamental comparecer imediatamente ao consultório médico. Nestas situações, a dor costuma aparecer de forma retardada, e pode ser sinal de alguma sequela.

Por último, a investigação deve ser logo marcada quando os sintomas atrapalharem atividades do dia a dia, como se vestir ou dormir.

Dor cervical durante a gravidez

cervicalgia-dor-cervicalGestantes são um grupo, assim como atletas, bastante suscetíveis ao aparecimento da dor cervical. Não por grandes impactos, mas devido à carga “extra” que a mulher carrega durante o desenvolvimento do bebê.

Isso acontece porque a coluna vertebral é preparada, durante a puberdade e crescimento do corpo, para a sustentação de determinado peso. Como suporta pouco mais durante a gestação, a mulher acaba pressionando a coluna em toda a sua extensão, inclusive na cervical. A mesma situação acontece em casos de sobrepeso e obesidade de qualquer indivíduo.

O resultado da compressão exagerada na espinha é o incômodo recorrente nos músculos da área.

Na gestação, o sinal é ainda agravado pela atuação de alguns hormônios, que relaxam a região da pelve na preparação gradual para o parto. A barriga ainda sempre projeta a futura mamãe para a frente, mudando seu centro de gravidade e demandando mais das costas.

Como é feito o diagnóstico?

Ao perceber a insistência e recorrência da dor cervical, é fundamental que o indivíduo procure o médico. Apenas o especialista poderá definir a real causa do transtorno, e assim indicar o melhor tratamento para o corpo.

O primeiro passo para o diagnóstico é a conversa com o médico. Por meio dela, o profissional questionará o paciente quanto aos seus hábitos e as características da dor. Quando a dor começou? Houve algum trauma físico na época do início? Ela é recorrente? A dor permanece apenas no pescoço, ou irradiada para ombro e para os braços? Há algum sintoma associado às crises do incômodo?

A ocupação profissional do indivíduo também é verificada. O trabalho é manual? Demanda o carregamento de peso? Se na frente do computador, a empregadora oferece material adequado e cadeira confortável?

Quanto ao estilo de vida, o especialista costuma questionar os hábitos de prática de exercícios físicos e alimentação.

Outro aspecto importante é a postura. Ao utilizar o smartphone, o usuário mantém o aparelho na altura dos olhos, ou baixa a cabeça? Ao sentar-se numa cadeira, ele costuma apoiar as costas em seu encosto?

Da mesma forma, os hábitos na hora de dormir são analisados. Aqui, o médico questiona quanto ao uso de travesseiros, posição mais comum para o sono, e conforto do colchão são algumas das características citadas.

Por último, o indivíduo narra se houve  ferimentos recentes na região do pescoço e coluna, ou algum impacto mais forte, como uma batida de carro. Situações pouco mais antigas, que provocaram lesões à época, são igualmente importantes de citação.

Com estas informações, o especialista terá melhor noção das possíveis causas da dor na cervical. Em seguida, serão realizados exames físicos.

Por meio da observação, por exemplo, o médico verifica a postura do paciente, e qualquer encurvamento que pode estar presente. Apalpando a região indicada como dolorida, ele também verifica a incidência e irradiação da dor, analisando inclusive áreas da coluna, mesmo que elas não tenham sido indicadas com o problema. Com o tatear, ainda é possível perceber mudanças causadas por estiramento ou espasmo do músculo.

Testes para os reflexos também ocorrem. Afinal, é essencial analisar se a dor não está causando diminuição da capacidade motora do indivíduo.

Com exercícios mais simples, como o levantar dos membros, o profissional ainda analisa a escala de movimento do paciente, que pode estar prejudicada pela dor e sua causa. Normalmente, o paciente realiza inclinação do corpo, flexão dos membros e ainda rotação dos ombros e quadris. Pelo mesmo exame, são investigadas a sensibilidade e a força dos músculos.

Testes de imagem

Após os testes preliminares, é hora de realizar alguns exames de imagem. Habitualmente, o primeiro solicitado é o raio X. Por meio dele, o especialista obtém uma chapa em azul e branco que mostra o contorno dos ossos. Com ele, é possível analisar qualquer alteração na coluna.

Logo depois, vem a tomografia computadorizada. As imagens criadas por ela têm qualidade um pouco melhor que as radiografias, e permitem a visualização quase em 3D da coluna, com detalhes das divisões das vértebras e discos.

Outro exame comum é a ressonância magnética, que cria imagens ainda mais detalhadas, esta vez dos ossos, nervos e outros tecidos. Finalmente, há a possibilidade do teste de eletrodiagnóstico, que percebe a capacidade de condução elétrica pelos nervos na região da coluna.

Nem sempre todos estes exames são necessários para o correto diagnóstico do problema. A análise completa, porém, consegue determinar com precisão a origem da cervicalgia e consequências dela, garantindo terapia mais eficaz.

Testes de laboratório, como exame de sangue ou urina, também podem ser solicitados, pois oferecem dados sobre inflamações ou infecções que podem ser a causa da dor.

Tratamento e prevenção andam lado a lado

cervicalgia-dor-cervicalAs medidas para a prevenção e tratamento da dor na cervical são, muitas vezes, as mesmas. A mudança da postura, hábitos saudáveis… A utilização de remédios e a cirurgia são meios  apenas para a terapia curativa, acontecendo somente pela indicação do médico.

Primeiro, a correção postural. Atividades simples do dia a dia como ler um livro ou assistir a um vídeo na cama, podem levar às  dores cervicais, graças à má postura do corpo. Isso porque, nestes momentos, o indivíduo tende a manter a cabeça baixa por tempo prolongado, o que força tanto musculatura, quanto vértebras do pescoço. Ao mesmo tempo, é habitual segurar o livro ou aparelho celular nas mãos, o que demanda muito dos braços.

Assim, para estas atividades, é interessante contar com um apoio ou uma mesinha, que dê suporte  ao objeto. Assim, as articulações não serão demandadas em excesso.

Ao utilizar o computador, é preciso igual cuidado. É fundamental, por exemplo, manter o monitor do aparelho na altura dos olhos, para que não seja necessário nem inclinar, nem suspender a cabeça para correta visualização do conteúdo. O mesmo para notebooks, que devem ser colocados em um suporte.

Sentado na cadeira, o indivíduo ainda precisa ter atenção em oferecer apoio à coluna e aos pés. As costas devem permanecer em encosto confortável, de forma que permaneçam eretas. Já os joelhos devem permanecer em ângulo de 90°, mantendo os pés no solo ou em apoio suspenso.

Na hora de dormir, é também importante cuidar da posição do corpo. Dormir de bruços é uma péssima opção, uma vez que causa grande curvatura da coluna. Por isso, o ideal é dormir de lado, apoiar a cabeça sobre um travesseiro, e inserir outra almofada entre as pernas, evitando o contato direto entre os joelhos.

Ao levantar peso, ter zelo com os joelhos também contribuirá para a coluna de uma forma geral. Considerando que a cervical é o início da estrutura, os efeitos são igualmente benéficos. Por isso, a forma correta ao levantar uma carga é agarrar flexionando os joelhos e mantendo a coluna ereta. Em seguida, deve-se agarrar o objeto, levantá-lo ainda com a espinha reta, e permanecendo com os braços levemente flexionados.

Caso a carga obrigue o indivíduo a esticar muito os braços, é mais interessante dividi-la. Do contrário, o peso extra estará demandando muito do corpo.

A fisioterapia é outro método eficaz para tratamento da cervicalgia. Determinada em conjunto com o médico, a técnica mais adequada pode incluir exercícios para a correção da postura da coluna, flexibilidade, recuperação do equilíbrio e mobilidade correta do pescoço e ombros.

Realizar as atividades dentro da água, com a hidroterapia é também uma ótima alternativa, visto que os exercícios dentro da piscina oferecem também relaxamento do corpo, diminuem os impactos das atividades sobre as articulações e ainda promovem o fortalecimento acelerado da musculatura.

O segredo é se mexer!

Com dor na região do pescoço é bastante comum que o indivíduo prefira realizar poucos movimentos, por vezes até utilizando um colar cervical por conta própria. Afinal, o corpo assume uma posição de defesa, buscando evitar a dor.

Entretanto, a imobilidade é completamente contra-indicada: com ela, a cervical tende a ficar ainda mais rígida, e agravar os incômodos já sentidos. Dessa forma, a indicação é simples: praticar exercícios físicos!

Quando o quadro de dor já está instalado, as atividades para o corpo devem começar de forma mais leve. Procurar o auxílio de profissional de Educação Física é útil e poderá ajudar a definir a ginástica mais adequada.

Os preferidos entre os pacientes, porém, são o Pilates e o Yoga. Os exercícios auxiliam na melhora da postura, da flexibilidade, promovem o fortalecimento dos músculos, melhora do equilíbrio e ainda relaxamento do corpo. Os efeitos para a coluna e pescoço são extremamente benéficos, e podem inclusive ser prolongadas pela prática contínua das atividades, mesmo após o fim do tratamento para a dor na cervical.

Exercícios aeróbicos de baixo impacto, como caminhada, bicicleta ergométrica, flexão e dança também são alternativas interessantes. Além disso, eles podem auxiliar na manutenção da boa forma e da saúde em geral.

A utilização de analgésicos e anti-inflamatórios nas crises de cervicalgia ainda é indicado, mas nunca deve ser feito em excesso. Afinal, medicamentos possuem efeitos colaterais, e ainda podem mascarar problemas mais graves. O autocuidado com utilização de bolsas de gelo e repouso também pode diminuir os efeitos do incômodo.

Como técnica alternativa ao fim da dor, pode-se citar a acupuntura. A técnica chinesa é realizada pela inserção de pequenas agulhas na pele, o  meio elimina pontos e tensão e consegue diminuir o mal do sujeito.

Quando é realizada cirurgia?

Entre as cirurgias possíveis na região cervical há, por exemplo, a discectomia, que remove o disco vertebral desgastado e causador da dor. É possível também substituir o disco por uma estrutura de plástico e metal.

Em geral, para realização de um procedimento no pescoço, o especialista considera três situações especiais: a necessidade de estabilização da coluna cervical, a descompressão da medula espinhal, ou a retirada de uma estrutura que permanentemente esteja causando irritação na raiz nervosa.

Como em qualquer outro transtorno que envolva a coluna vertebral – excluída a síndrome da cauda equina, que é uma emergência médica –, o procedimento cirúrgico é sempre a última indicação para tratamento.

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